sábado, 30 de setembro de 2017

Feliz Dia da Secretária!


Feliz Dia da Secretária!
Feliz Dia do Secretário!
Feliz Dia daqueles que
 sempre salvam o nosso dia!

Nossa eficiência só é possível
com a sua colaboração.



Como surgiu o Dia dos Secretários

Lilian Sholes foi a primeira mulher a datilografar em público. Ela era filha de Christopher Sholes, um dos criadores da máquina de escrever, que foi inventada em 1867, durante a segunda fase da Revolução Industrial. Lilian fazia aniversário em 30 de setembro de 1850, e, no centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram comemorações e concursos para eleger a melhor datilógrafa. Muitas secretárias participavam dos concursos, que passaram a ser repetidos todos os anos, no dia 30 de setembro. Por isso, a data tornou-se conhecida como o “Dia das Secretárias”.

Com o surgimento das associações de classe, a data foi popularizada como forma de reconhecimento da profissão. Alguns Estados brasileiros tornaram oficial o 30 de setembro. Em São Paulo, o Dia da Secretária foi reconhecido pela lei nº 1.421, em 26 de outubro de 1977. Existe também o “Dia Internacional da Secretária”, que é comemorado na última quarta-feira de abril. Segundo outra versão, São Jerônimo, homenageado em 30 de setembro, é o santo protetor das secretárias. Ele nasceu em Estrido, na Dalmácia. Estudou gramática, retórica e filosofia em Roma. São Jerônimo trabalhou como secretário do papa Damaso, que governou a Igreja Católica de 367 a 384. Chamado de “Doutor Máximo das Escrituras”, Jerônimo traduziu o Antigo e o Novo Testamento, a Vulgata, para o latim. Ele morreu no começo do século V.
Fonte: Guia dos curiosos Uol

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Fazer faxina ou caminhar até o trabalho pode diminuir mortalidade

Fazer faxina
ou caminhar
até o trabalho
pode diminuir mortalidade


Segundo estudo, praticar atividades simples como essas diariamente poderia evitar uma a cada 12 mortes



Uma em cada 12 mortes no período de cinco anos pode ser evitada com 30 minutos de exercício diário, uma rotina que pode ser composta de atividades simples, como fazer faxina ou caminhar até o trabalho cinco dias por semana, revela um estudo publicado nesta sexta-feira.

“Ser muito ativo (750 minutos por semana) está associado a uma redução ainda maior”, segundo um estudo publicado na revista médica The Lancet.

A pesquisa que fez um acompanhamento de 130 mil pessoas em 17 países “confirma que em uma escala global a atividade física está relacionada a um menor risco de mortalidade e de doenças cardiovasculares”, disseram os autores do estudo em um comunicado.

A relação se dava sem importar o país, o tipo de atividade ou se esta fazia parte de uma classe, uma rotina de transporte ou de trabalho doméstico.

A Organização Mundial da Saúde recomenda pelo menos 150 minutos de exercícios de “intensidade moderada” ou 75 minutos de atividade aeróbica “intensa” a cada semana.

Segundo os autores do estudo, cerca de um quarto da população mundial não realiza estas rotinas.

O novo estudo revelou que “caminhar, ainda que seja 30 minutos na maioria dos dias da semana tem um benefício substantivo”, indicou o diretor do estudo, Scott Lear, acadêmico da Universidade Simon Fraser do Canadá.

O estudo incluiu participantes com idades entre 34 e 70 anos de meios urbanos e rurais em países ricos e pobres.

Os indivíduos foram estudados durante quase sete anos.

Os cientistas compararam os dados das pessoas que sofreram ataques cardíacos, derrames e outras doenças com os níveis de atividade física que elas realizavam.

“Das 106.970 pessoas que seguiram as recomendações de atividade, 3,8% desenvolveram doenças cardiovasculares, em comparação com 5,1% das pessoas que não” seguiram as recomendações, afirmaram os autores.

“O risco de mortalidade também foi mais alto para pessoas que não fizeram o mínimo recomendado de atividade, com 6,4% contra 4,2%”, disseram os cientistas.

A atividade realizada caminhando para transportes, efetuando um trabalho ou atividades domésticas foram as formas mais comuns de exercício, determinaram os pesquisadores.

“Em termos gerais, quanto maior o nível de atividade de uma pessoa, menor o risco de mortalidade e de sofrer de doenças cardiovasculares”, concluíram.

Fonte: Exame

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Síndrome da mão alheia

Imagine ser atacado por suas próprias mãos, que tentam repetidamente estapear e socar você.


A síndrome da mão alheia, ou síndrome da mão alienígena, é uma desordem neurológica incomum na forma de apraxia, na qual os membros do paciente parecem adquirir vida própria. 

O membro — a mão, por exemplo — passa a realizar tarefas complexas e involuntárias, como abrir botões da camisa ou retirar as roupas do corpo. Na maioria das vezes a pessoa não percebe que o membro está executando movimentos.
Fonte: Wikipedia


Síndrome rara fez americana ser atacada pela própria mão

Karen Byrne sofreu por 18 anos com síndrome após cirurgia para tratar epilepsia que dividiu seus hemisférios cerebrais.



Síndrome da Mão Alheia faz com que as mãos
atuem de forma aleatória. (Foto: BBC)
Imagine ser atacado por uma de suas próprias mãos, que tenta repetidamente estapear e socar você. Ou então entrar em uma loja e tentar virar à direita e perceber que uma de suas pernas decide que quer ir para a esquerda, fazendo-o andar em círculos. Essa realidade é bem conhecida da americana Karen Byrne, de 55 anos, que sofre de uma condição rara chamada Síndrome da Mão Alheia.

 A síndrome de Byrne é fascinante, não somente por ser tão estranha, mas também por ajudar a explicar algo surpreendente sobre como nossos cérebros funcionam. O problema começou após ela passar por uma cirurgia, aos 27 anos, para controlar sua epilepsia, que havia dominado sua vida desde seus 10 anos de idade.

 A cirurgia para curar a epilepsia normalmente envolve identificar e depois cortar um pequeno pedaço do cérebro no qual os sinais elétricos anormais se originam. Quando isso não funciona, ou quando a área danificada não pode ser identificada, os pacientes precisam passar por uma solução mais radical.

 No caso de Byrne, seu cirurgião cortou seu corpo caloso, um feixe de fibras nervosas que mantém os dois hemisférios do cérebro em permanente contato.
Novo problema

 O corte do corpo caloso curou a epilepsia de Byrne, mas a deixou com um problema totalmente diferente. Ela conta que inicialmente tudo parecia bem, mas que então os médicos começaram a notar um comportamento extremamente estranho.

 "O médico me disse: 'Karen, o que você está fazendo? Sua mão está te despindo'. Até ele dizer isso eu não tinha percebido que minha mão esquerda estava abrindo os botões da minha camisa", diz. "Então eu comecei a abotoar a camisa novamente com a mão direita, mas assim que eu terminei, a mão esquerda começou a desabotoar de novo. Então o médico fez uma chamada de emergência para um outro médico e disse: 'Mike, você precisa vir aqui imediatamente, temos um problema'."

Karen Byrne havia saído da operação com uma mão esquerda que estava fora de controle. "Eu acendia um cigarro, colocava-o no cinzeiro e então minha mão esquerda jogava-o fora. Ela tirava coisas da minha bolsa sem que eu percebesse. Perdi muitas coisas até que eu percebesse o que estava acontecendo", diz.

 Em alguns casos, a mão esquerda dela chegava a estapeá-la, sem controle. Ela conta que seu rosto chegava a ficar inchado com tantos golpes.

Luta de poder


O problema de Byrne foi provocado por uma luta por poder dentro de sua cabeça. Um cérebro normal é formado por dois hemisférios que se comunicam entre si por meio do corpo caloso.

O hemisfério esquerdo, que controla o braço e a perna direitos, tende a ser onde residem as habilidades linguísticas. O hemisfério direito, que controla o braço e a perna esquerdos, é mais responsável pela localização espacial e pelo reconhecimento de padrões.

 Normalmente o hemisfério esquerdo, mais analítico, domina e tem a palavra final nas ações que desempenhamos. A descoberta do domínio hemisférico tem sua raiz nos anos 1940, quando os cirurgiões decidiram começar a tratar a epilepsia com o corte do corpo caloso.

 Após a recuperação, os pacientes pareciam normais. Mas nos círculos psicológicos eles se tornaram lendas. Isso porque esses pacientes revelariam, com o tempo, algo que parece incrível - que as duas metades do nosso cérebro têm cada um uma espécie de consciência separada. Cada hemisfério é capaz de ter sua própria vontade independente.

Experiências

 O homem que fez muitas das experiências que primeiro provaram essa tese foi o neurobiólogo Roger Sperry. Em um estudo particularmente notável, que ele filmou, é possível ver um dos pacientes com o cérebro dividido tentando resolver um quebra-cabeças.

O quebra-cabeças exigia o rearranjo de blocos para que eles correspondessem a padrões em uma imagem.

 Primeiro o homem tentou resolver o quebra-cabeças com sua mão esquerda (controlada pelo hemisfério direito), com bastante sucesso. Então Sperry pediu ao paciente que usasse sua mão direita (controlada pelo hemisfério esquerdo). Essa mão claramente não tinha nenhuma ideia de como fazê-lo.

 A mão esquerda então tentou ajudar, mas a mão direita parecia não querer ajuda, então elas terminaram brigando como se fossem duas crianças.

 Experiências como essa levaram Sperry a concluir que 'cada hemisfério é um sistema de consciência isolado, percebendo, pensando, lembrando, raciocinando, querendo e se emocionando'.

 Em 1981 Sperry recebeu um prêmio Nobel por seu trabalho. Mas em uma ironia cruel do destino, ele então já sofria com uma doença degenerativa do cérebro, chamada kuru, provavelmente contraída em seus primeiros anos de pesquisas com cérebros.

Medicação

 A maioria das pessoas que tiveram seus corpos calosos cortados parecem normais posteriormente. Você poderia cruzar com eles na rua e não saberia que algo havia acontecido.

 Karen Byrne teve azar. Após a operação, o lado direito de seu cérebro se recusava a ser dominado pelo lado esquerdo. Ela sofreu com a Síndrome da Mão Alheia por 18 anos, mas felizmente para ela seus médicos encontraram uma medicação que parece ter trazido o lado direito de seu cérebro de volta ao controle.

 A história de Byrne foi contada no programa da série da BBC "The Brain" (O Cérebro), que foi ao ar na Grã-Bretanha.

Fonte: G1

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Fatos curiosos sobre alimentos que você provavelmente não conhecia


Imagem: Yippy-Kay-Yay, Mother Country
Quando o açúcar foi introduzido na sociedade, os mais ricos ficaram instantaneamente interessados. Era um produto tão raro na época que foi considerado uma especiaria e se tornou caro demais para os plebeus. Um exemplo disso foi a Rainha Elizabeth da Inglaterra - ela era tão fã de doces que seus dentes eram enegrecidos e serviam como prova de sua indulgência. Já que o açúcar era caro, as pessoas começaram a escurecer seus dentes com outras substâncias para parecerem ricos. 
Fonte: Ecycle

domingo, 24 de setembro de 2017

Fome emocional: quando a comida vira válvula de escape para o estresse





Fome emocional: quando a comida vira
 válvula de escape para o estresse

A segunda-feira é conhecida como o dia oficial de começar a dieta. Manter o foco em busca da medida certa, entretanto, não é fácil. Ainda mais quando a comida vira uma válvula de escape para situações desagradáveis. Quando se alimentar funciona como uma ajuda para lidar com problemas pessoais, o apetite é considerado por especialistas como “fome emocional”.





— Pode-se dizer que é a vontade de diminuir a sensação do desconforto emocional por meio da comida, enquanto a fome fisiológica é a necessidade real — explica Marcia Daskal, nutricionista e proprietária da Recomendo Assessoria em Nutrição.

— A endorfina tem ação relaxante, e a serotonina atua no humor, principalmente. Algumas coisas estimulam esses neurotransmissores, como comida e exercício. Quanto maior a necessidade de aplacar o estresse, mais comida se ingere. Quando se dá conta, já buscou conforto na comida — comenta a psiquiatra Fernanda Ramallo.

Para tratar a compulsão alimentar, ela indica consulta com psiquiatra e acompanhamento psicológico. Para a psicóloga Vânia Calazans, é preciso colocar a comida no âmbito da razão:

— Assim, aprende-se a lidar com a emoção de outra forma.




Patrícia Miranda, de 25 anos, nunca achou que a alimentação pudesse trazer danos à saúde. Até que o corpo deu um sinal de alerta, e a relação com a comida teve que mudar. Ela é hipertensa.

— Sempre fiz dieta, mas voltava a comer compulsivamente. Resolvi me aceitar gordinha e feliz com o chocolate. Repetia para mim mesma que estava estressada e merecia comer o que quisesse — diz a jovem, que comenta a mudança de hábitos:

— Sigo uma dieta restrita com orientação médica. Tem sido difícil. Comer, para mim, estava diretamente ligado à sensação de felicidade.

Fonte: Extra Globo

sábado, 23 de setembro de 2017

História da Cardiologia

HISTÓRIA DA CARDIOLOGIA





Caminhos da Cardiologia
Coordenador - Luiz V. Décourt
Arq Bras Cardiol volume 66, (nº 1), 1996
http://publicacoes.cardiol.br/abc/1996/6705/67050001.pdf

Infarto Agudo do Miocárdio. Um Século de História
Rogério Sarmento-Leite, Ana Maria Krepsky, Carlos A. M. Gottschall
Arq Bras Cardiol, volume 77 (nº 6), 593-601, 2001
http://publicacoes.cardiol.br/abc/2001/7706/7706011.pdf

História da cirurgia cardíaca brasileira 

Iseu Affonso da COSTA
Rev Bras Cir Cardiovasc vol. 13 n. 1 São Paulo Jan./Mar. 1998
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-76381998000100002

História da Cirurgia Cardíaca  
Domingo Marcolino Braile, Moacir Ferandes de Godoy
http://publicacoes.cardiol.br/caminhos/017/default.asp

Pequena história da cirurgia cardíaca: e tudo aconteceu diante de nossos olhos...
Dr. Paulo Prates
Rev Bras Cir Cardiovasc 1999; 14(3):177-84
http://www.scielo.br/pdf/rbccv/v14n3/14n3a01.pdf

5 médicos brasileiros que revolucionaram a medicina
http://gq.globo.com/Corpo/Saude/noticia/2013/11/doutor-tipo-exportacao.html

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

9 atitudes que não deixam sua vida evoluir

9 atitudes que não deixam sua vida evoluir
Muitos fatores podem determinar o sucesso ou não dos nossos projetos. Confira alguns deles


Trecho da matéria

(...) existem algumas atitudes que, verdadeiramente, podem nos impedir de evoluir sem que sejam percebidas. Entenda alguma delas e como superá-las para que você consiga sair do lugar, seja na vida pessoal ou profissional.

Não ter objetivos definidos

Se você não sabe o que quer, o tempo vai passar e nada vai acontecer, mas com certeza vai estar sempre com a sensação de que fez um monte de coisas. Escolha um ou dois objetivos extremamente realistas e pé no chão, para os próximos meses, escreva-os e detalhe um plano de ação. Ter algo mesmo que não seja "o plano perfeito" é melhor do que não ter nada.

Achar que o momento certo ainda vai aparecer

O momento certo é um mito, ele não existe. As condições perfeitas nunca vão acontecer na hora que você precisa. Faça o momento certo ser o momento em que você decidir começar a sair do lugar, quem espera nunca alcança, ou nesse caso fica no mesmo lugar. É a lei da inércia.

Não planejar seu tempo

Se você deixa a vida fluir como um rio, vai acabar como um peixe, na mesa de alguém ou nadando aleatoriamente. É preciso dar um norte para a semana, para o mês, para o dia. Se você não planejada nada, as coisas simplesmente se tornam urgentes e você fica sem tempo de fazer a vida evoluir.

Não ter uma agenda eficiente

Se você anota as coisas que precisa fazer na cabeça, no post it, no caderno em qualquer lugar que tiver mais próximo, você é um forte candidato a se perder entre suas tarefas, não conseguir planejar de forma adequada e quando perceber não tem tempo para nada. Agenda eficiente é aquele que centraliza tudo que você precisa fazer, te permite planejar e está sempre presente com você.

Usar o fim de semana para procrastinar a vida

Nada contra pegar um fim de semana de preguiça e não fazer nada, mas se você faz isso com a maior parte dos seus fins de semana tem algo errado. É no fim de semana que temos a oportunidade de recuperar a energia, de colocar a leitura em dia, de fazer algum curso, de ter tempo com os amigos, de estudar algo novo, de elaborar melhor suas ideias.

Achar que alguém é responsável pela sua carreira

Não é a empresa, não é seu chefe, não são seus pais, seus amigos ou seus professores que fazem sua carreira. Você é que tem que constantemente usar seu tempo para investir em cursos, networking, eventos, estágios, etc.

Não correr riscos

Se você faz o que costuma fazer sempre, vai ter o resultado de sempre. Os medíocres são aqueles que ficam na media. Os visionários, nada mais são do que pessoas que correram o risco e deram certo. Visionários erram, mas é errando que torna os riscos mais calculáveis. Alguma coisa você precisa arriscar, pense bem, analise com cautela, veja os prós e os contras e vá em frente.

Reclamar

As coisas não dão sempre certo, a vida vai ter um monte de burradas, de erros, de traições, de mágoas, de perdas, etc. Viver é assim mesmo, se não curte isso, "pede pra sair" rsrsrs. Aprenda com os erros, faça uma análise e comece de novo. Perder seu tempo reclamando só vai piorar a situação. Enquanto você reclama, com certeza alguém já está começando a fazer a história de sucesso do amanhã.

Excesso de redes sociais

Eu gosto do Facebook, Twitter, Linkedin. Na medida certa eles fazem a diferença na vida pessoal e profissional. Agora se você está viciado nas redes e deixa de fazer coisas importantes, com certeza vai ser bem difícil de evoluir.

Fonte: Administradores Por Christian Barbosa

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Oficina ensina pessoas cegas a fotografar

Com metodologia inclusiva, oficina ensina  pessoas cegas a fotografar
Professora de fotojornalismo no Rio Grande do Sul desenvolveu método a partir de 2012 e hoje promove oficinas pelo país. "O cego é um grande diretor de imagem”, afirma Janaina Gomes



São Paulo – Quando a estudante Rúbia Steffens surgiu na aula de fotojornalismo, em 2012, a professora Janaina Gomes logo se viu diante de uma situação nada simples. A aluna era cega congênita, ou seja, desde o nascimento. A deficiência visual não havia sido empecilho para ela ingressar no curso de jornalismo da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no interior do Rio Grande do Sul, mas como ensinar fotojornalismo para uma pessoa cega?
Sem assistência especializada na universidade, que nunca havia tido uma aluna com deficiência visual no curso de jornalismo, a professora foi por conta própria pesquisar a resposta. Encontrou a história do húngaro Evgen Bavcar, um fotógrafo cego. Apesar de interessante, a descoberta logo se mostrou insuficiente, pois Evgen havia perdido a visão com 12 anos de idade, não era cego de nascença como Rúbia e, portanto, tinha referências visuais prévias. Na sequência, Janaina descobriu o paulista Antônio Walter Barbero, o Teco Barbeiro, jornalista cego que desde 2010 realizava oficinas de fotografia com pessoas também cegas. Disposta a entender como era a metodologia utilizada, a professora convidou Teco para ir ao campus da UFSM em Frederico Westphalen.

A partir desse encontro, a professora começou a conhecer instrumentos e técnicas para ensinar cegos a encontrar os pontos centrais do rosto, fazer enquadramentos e estabelecer noções de distância e tamanho do objeto, úteis para fotografias em planos fechados, além de macetes para ensinar a empunhadura da câmera. Mas ela ainda queria mais, como ensinar a fotografar planos abertos. A pesquisa continuou e o avanço seguinte foi tomar conhecimento da audiodescrição, recurso que permite a pessoa com deficiência visual ver com o auxílio das palavras, usado para promover a acessibilidade em museus, cinemas, teatros e televisão e que poderia também ser usado para auxiliar na fotografia. Com um pouco de cada coisa, a professora da UFSM então começou a ensinar a disciplina de fotojornalismo para a aluna cega, ainda no método de tentativa e erro.
Janaina explica que Rúbia tinha um grande domínio da matemática e geometria, o que acabou sendo sua via de acesso à fotografia. “Os materiais desenvolvidos para ensinar o enquadramento fazem com que o cego tenha controle do que quer capturar. Com a Rúbia tudo foi muito matemático”, recorda a professora. Como exemplo, cita o método de contar os passos ao se distanciar do objeto e assim entender o quanto o quadro que será retratado aumenta conforme a lente usada, e que esse aumento poderia ser calculado. “O cego precisa dominar o quadro e entender para onde vai apontar a câmera.”

CONTINUE LENDO:

Fonte: Rede Brasil Atual

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Médicos encontram verme dentro do olho de jovem mexicano


Médicos encontram 

verme dentro do

olho de jovem mexicano

Garoto sentiu dores por 3 semanas antes de procurar ajuda e descobrir o parasita "andando" pelo órgão

Um platelminto de 3 milímetros foi encontrado dentro do olho de um jovem mexicano de 17 anos. O garoto sentiu dores por 3 semanas antes de ir ao médico, quando descobriu o parasita "andando" pelo órgão.

Os especialistas notaram a "minhoca" na íris do paciente justamente com sinais de inflamação, buracos e sangue, mas não conseguiram identificiar exatamente a espécie do animal, pois ele teve de ser cortado para que os médicos pudessem retirá-lo do olho do jovem.

O menino vive em uma área rural do México e só procurou auxílio depois que sua visão começou a piorar fortemente: "Não é comum para trematodas [tipo de platelminto] infectar olhos; não é comum para nenhum tipo de verme infectar olhos", afirma Pablo Guzman-Salas, responsável pelo tratamento, ao LiveScience.
Os cientistas ainda não sabem como e quando o parasita entrou no olho do paciente.

"Após 6 meses de acompanhamento, o garoto não teve melhora na acuidade do olho direito", aponta o relatório publicado sobre o caso. Pensando nisso, os médicos acreditam que o jovem não poderia ter feito muita coisa para evitar a "invasão": ele só estava no local errado e na hora errada.

(Com informações de Science Alert.)

Residente da UPF realiza estágio no Instituto de Cardiologia

Residente da UPF realiza estágio no Instituto de Cardiologia

Desde 2016, a Universidade de Passo Fundo (UPF) mantém convênio com o Instituto de Cardiologia, da Fundação Universitária de Cardiologia de Porto Alegre. Para vivenciar uma nova experiência em um Instituto de referência, o enfermeiro residente em Cardiologia da UPF, Tiago Labres, realizou um intercâmbio interinstitucional por meio de um estágio optativo de residência multiprofissional em cardiologia. Entre os dias 10 de julho e 11 de agosto, Tiago acompanhou as atividades do Instituto de Cardiologia em Porto Alegre.

Foram 30 dias de atividades, nos quais Labres vivenciou as rotinas práticas e teóricas dos residentes multiprofissionais, com foco maior na enfermagem. “Durante esses 30 dias, fiquei junto com os enfermeiros residentes seguindo suas escalas de horários e nos seus respectivos setores. Fiz o horário de segunda a sexta, das 8h às 18h, além de dois plantões em dois sábados, de 6h, e mais dois plantões em dois domingos, de 12h”, conta ele.

Durante o estágio, com caráter observacional, o residente pôde passar nos diferentes setores da instituição: Emergência; Posto de internação; Hemodinâmica; Centro cirúrgico; Unidade pós-operatório; UTI adulto; Ambulatório de mediastinites e lesões de pele; e Ambulatório de insuficiência cardíaca e DAC. “Participei das aulas/preceptorias com os residentes, com assuntos como eletrocardiograma, eletrofisiologia, uso do Impella, ECMO, utilização de drogas anestésicas, técnicas de cirurgias cardíacas, cuidados com o paciente cardíaco na clínica e pós cirúrgico”, comenta.

Na oportunidade, o residente teve como referência a professora Antonieta Moraes, que é a enfermeira coordenadora da residência em Enfermagem e chefe da pesquisa clínica. “A oportunidade da realização do estágio optativo é de grande valia no sentido de você conseguir vivenciar a realidade do sistema de saúde e andamento do serviço de saúde em um local diferente de onde você está fazendo sua residência. No caso do Instituto de Cardiologia, por ser referência no estado na área, a oportunidade foi muito boa no sentido de ampliar horizontes e propiciar uma visão geral sobre como funciona um local de referência, com tecnologias e profissionais focados 100% na cardiologia”, avalia Labres.

Fonte: Notícias UPF

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade – TDAH

Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade – TDAH

É um transtorno neurobiológico de causas genéticas, caracterizado por sintomas como falta de atenção, inquietação e impulsividade. Aparece na infância e pode acompanhar o indivíduo por toda a vida.

Sintomas em crianças e adolescentes:

Agitação, inquietação, movimentação pelo ambiente, mexem mãos e pés, mexem em vários objetos, não conseguem ficar quietas (sentadas numa cadeira, por exemplo), falam muito, têm dificuldade de permanecer atentos em atividades longas, repetitivas ou que não lhes sejam interessantes, são facilmente distraídas por estímulos do ambiente ou se distraem com seus próprios pensamentos. O esquecimento é uma das principais queixas dos pais, pois as crianças “esquecem” o material escolar, os recados, o que estudaram para a prova. A impulsividade é também um sintoma comum e apresenta-se em situações como: não conseguir esperar sua vez, não ler a pergunta até o final e responder, interromper os outros, agir sem pensar. Apresentam com frequência dificuldade em se organizar e planejar o que precisam fazer. Seu desempenho escolar parece inferior ao esperado para a sua capacidade intelectual, embora seja comum que os problemas escolares estejam mais ligados ao comportamento do que ao rendimento. Meninas têm menos sintomas de hiperatividade e impulsividade, mas são igualmente desatentas.

Sintomas em adultos:

Acredita-se que em torno de 60% das crianças e adolescentes com TDAH entrarão na vida adulta com alguns dos sintomas de desatenção e hiperatividade/impulsividade, porém em menor número. Os adultos costumam ter dificuldade em organizar e planejar atividades do dia a dia, principalmente determinar o que é mais importante ou o que fazer primeiro dentre várias coisas que tiver para fazer. Estressa-se muito ao assumir diversos compromissos e não saber por qual começar. Com medo de não conseguir dar conta de tudo acabam deixando trabalhos incompletos ou interrompem o que estão fazendo e começam outra atividade, esquecendo-se de voltar ao que começaram anteriormente. Sentem grande dificuldade para realizar suas tarefas sozinhos e precisam ser lembrados pelos outros, o que pode causar muitos problemas no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos com outras pessoas.

Tratamento:

O TDAH deve ser tratado de modo múltiplo, combinando medicamentos, psicoterapia e fonoaudiologia (quando houver também transtornos de fala e ou de escrita); orientação aos pais e professores e ensino de técnicas específicas para o paciente compõem o tratamento.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.
Dica elaborada em junho de 2014.

Fonte: BVS

Saiba mais:

TDAH - Novartis
http://tdah.novartis.com.br/

  Associação Brasileira do Déficit de Atenção
http://tdah.org.br/

BVS Ministério da Saúde
http://bvsms.saude.gov.br/dicas-em-saude/89-transtorno-do-deficit-de-atencao-com-hiperatividade-tdah

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Stealthing - a perigosa prática de remover a camisinha durante o sexo sem avisar o parceiro


A perigosa (e criminosa) 
prática sexual do ‘stealthing’
Termo em inglês, que se refere à prática de remover a camisinha durante o sexo sem avisar o parceiro, é considerado agressão sexual


Você já ouviu falar em ‘stealthing‘? Talvez não. Em português, a tradução literal seria algo como “dissimulação”, mas, o termo em inglês designa a prática, também considerada agressão, sexual de retirar a camisinha durante o sexo, sem o consentimento do parceiro. Embora pareça uma novidade de mau gosto, segundo um artigo escrito pela advogada americana Alexandra Brodsky, publicado recentemente no periódico científico Columbia Journal of Gender and Law, a prática é comum entre pessoas jovens sexualmente ativas e ainda pouco discutida. 

O artigo teve grande repercussão nas redes sociais internacionais – com reações variando de indignação até vítimas relatando seu depoimento – por ter trazido à tona uma discussão ética sobre esse assunto controverso, de certa forma, e pouco discutido. Controverso porque, embora para muitas mulheres pareça óbvio que a prática foi um abuso, outras apenas a consideram um “sexo ruim”. Quando falamos dos homens que cometem, é ainda mais grave. Eles não só acreditam que isso é um “direito natural”, como disseminam a prática pela internet e até mesmo dão dicas de como remover o preservativo sem a parceira perceber. Segundo o estudo, os homens que praticam e promovem o stealthing “enraizam suas ações em misoginia e na crença da supremacia sexual masculina” frequentemente citando seu “direito de homem” de “espalhar sua semente”.

Continue lendo a matéria:
http://veja.abril.com.br/saude/nova-pratica-sexual-coloca-saude-em-risco/

Fonte: Veja

AutocuidadoBiblioteca Carlos Fagundes de Mello Instituto de Cardiologia do RS IC/FUC

sábado, 16 de setembro de 2017

Obesidade mórbida

Obesidade mórbida


É conhecida como Obesidade a doença provocada pelo acúmulo demasiado de gordura no corpo. A partir do momento em que a obesidade torna-se capaz de acentuar o risco de doenças relacionadas ao excesso de peso, ela passa a ser chamada de Obesidade mórbida.
Fonte: InfoEscola








Abaixo, uma lista de artigos que podem ser do seu interesse:

As principais mudanças ocorridas na vida de sujeitos que se submeteram à cirurgia bariátrica: Relatos de pacientes e profissionais envolvidos.
Oliveira, L., & Rodrigues, M.
Salvador: Universidade Salvador, Unifacs – 2006
http://newpsi.bvs-psi.org.br/tcc/76.pdf

Quando a Cirurgia Falha: Implicações da Melancolia na Cirurgia da Obesidade

Maria Virginia Filomena Cremasco e Camila Chudek Ribeiro 
Psicol. cienc. prof. vol.37 no.2 Brasília Apr./June 2017
http://www.scielo.br/pdf/pcp/v37n2/1982-3703-pcp-37-2-0258.pdf

Obesidade mórbida e gestação: relato de experiência
em estágio de técnico em enfermagem
Gabriela Carvalho de Lima
GHC
http://coleciona-sus.bvs.br/lildbi/docsonline/get.php?id=677

Trabalho em equipe: em busca de um cuidado qualificado ao obeso 
Ian Rigon Nicolau et al.
http://www.revista.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/view/9629/pdf_2146
  
Cirurgia em Obesos Mórbidos -Experiência Pessoal
Arthur B. Garrido Junior
Arq Bras Endocrinol Metab vol.44 no.1 São Paulo Feb. 2000
http://www.scielo.br/pdf/abem/v44n1/11712.pdf

Cirurgia bariátrica e seus aspectos psiquiátricos

Khalil Smaidi e Prof. Dra. Márcia Gonçalves
Psychiatry on line Brasil
http://www.polbr.med.br/ano16/prat0116.php

Alcoolismo após cirurgia bariátrica: relato de caso
J Bras Psiquiatr; 65(4): 340-343, out.-dez. 2016.
Juliana Garbayo dos Santos e Marcelo Santos Cruz
http://www.scielo.br/pdf/jbpsiq/v65n4/0047-2085-jbpsiq-65-4-0340.pdf

Alterações inflamatórias associadas ao heliocobacter pylori na bolsa gástrica de by-pass em Y-De-Roux
Luiz Claudio Lopes CHAVES et al.
ABCD Arq Bras Cir Dig Artigo Original 2016;29(Supl.1):31-34

Cirurgia bariátrica — aspectos psicológicos e psiquiátricos
Verenice Martins de Oliveira
Rev. psiquiatr. clín. vol.31 no.4 São Paulo  2004

Vivência da obesidade e do emagrecimento em mulheres submetidas
à cirurgia bariátrica
Carlos Alberto Domingues do Nascimento
Estudos de Psicologia, 18(2), abril-junho/2013, 193-201

"... Essa coisa começou a pegar!" – vivências cotidianas de homens obesos
Carminda Maria Goersch Fontenele Lamboglia et al.
Rev Bras Promoç Saúde, Fortaleza, 29(1): 20-26, jan./mar., 2016

Tratamento cirúrgico da obesidade severa em adolescentes: resultados tardios
Álvaro Antônio Bandeira FERRAZ
ABCD Arq Bras Cir Dig 2015;28(Supl.1):7-10

Aspectos psicológicos na obesidade mórbida: Avaliação dos níveis de ansiedade, depressão e do auto-conceito em obesos que vão ser submetidos à cirurgia bariátrica
Carla Rocha; Eleonora Costa
Aná. Psicológica vol.30 no.4 Lisboa out. 2012

Obesidade mórbida: algumas considerações sobre a qualidade de vida após Gastroplastia
Maria Carolina da Rosa et al.
XIII Encontro Latino Americano de Iniciação Científica e
IX Encontro Latino Americano de Pós-Graduação – Universidade do Vale do Paraíba


Página atualizada em 26/09/2017Cirurgia bariátrica Obesidade Obesidade mórbida

Highlights do Esc II




Highlights do Esc II

Prof. Dr. Tiago L. Luz Leiria
(Coordenador do CEPEC/FUC)

Prof. Dr. Alexandre Quadros
(Coordenador PPG do IC/FUC)

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Políticas de Saúde no Brasil


Políticas Públicas de Saúde




Sus: a saúde do Brasil Linha do tempo
CCMS

SUS: Princípios e diretrizes
Portal da Educação

Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS SUS
BVS 

NOBS - Políticas de Saúde e Organização do Sistema Único de Saúde
Otávio de Tolêdo Nóbrega

A Norma Operacional Básica 01/96 [NOB] 
Nobs
Portal da Educação

O desenvolvimento das políticas públicas de saúde no Brasil e a construção do Sistema Único de Saúde
Angelo Giuseppe Roncalli 

O início das políticas públicas para a saúde no Brasil: da República Velha à Era Vargas
Brasil Escola

Políticas públicas de saúde: Sistema Único de Saúde
Denizi Oliveira Reis et al.

A política pública brasileira sobre drogas
Ministério da Saúde - Justiça e Segurança Pública

Fundamentos para uma Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer 
Inca

Controle ao Câncer de mama
Inca

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: princípios e diretrizes
Ministério da Saúde

Lei Maria da Penha - Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006
Lei que protege as mulheres da violência doméstica e familiar
  
Direitos da criança e do adolescente - Política de Atendimento 

Assistência Integral à Saúde da Criança: Ações Básicas 

Política de Atendimento à criança e ao adolescente estabelecida no Estatuto da Criança e do Adolescente: participação popular, descentralização, trabalho em rede de serviços

Políticas Públicas de Saúde no Brasil: SUS e pactos pela Saúde
Denizi Oliveira Reis et al.

Política pública de saúde no brasil: História e Perspectivas do Sistema
Único de Saúde – SUS
Rafael da Cruz Sousa, Francisco Eduardo Bastos Batista

As Políticas Públicas de Saúde
Fernanda de Oliveira Sarreta

Saúde Brasil
Ministério da Saúde

Linha do tempo do sus
Portal da Consciência política

Reflexões sobre políticas públicas de saúde
Drauzio Varella

Políticas Públicas: conceitos básicos
Universidade de São Paulo



Dica de filme:

Políticas de Saúde no Brasil : um século de luta pelo direito à saúde








O documentário "Políticas de Saúde no Brasil" conta a história das políticas de saúde em nosso país, mostrando como ela se articulou com a história política brasileira no século XX e destacando os mecanismos que foram criados para sua implementação, desde as primeiras Caixas e IAPs até a implantação do SUS. Sua narrativa central mostra como a saúde era considerada, no início do século XX, um dever da população, com as práticas sanitárias implantadas autoritariamente pelo Estado, pelas forças armadas, de modo articulado aos interesses do capital. E como, no decorrer do século, e através da luta popular, essa relação de inverteu, passando a ser considerada, a partir da Constituição de 1988, um direito do cidadão e um dever do Estado. Toda essa trajetória é contada no filme através de uma narrativa ficcional, vivida por atores, com reconstrução de época, apoiada por material de arquivo. E, para tornar a narrativa mais leve e atraente, o filme se vale da linguagem dos meios de comunicação dominantes em cada época, como o jornal, o rádio, a TV preto e branco, a TV colorida e, por fim, o computador e a internet.