sábado, 30 de janeiro de 2016

O que a língua pode revelar sobre a sua saúde

Abra a boca

o que a língua pode revelar
sobre a sua saúde 

Ana Sachs Do UOL


Pouca gente sabe, mas observar a própria língua pode ser um bom medidor de como anda a saúde. 









Ficou interessado? Leia toda matéria:

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Circulação Extracorpórea

Saiba mais sobre o assunto:

Circulação Extracorpórea 

Domingo M Braile

Rev Bras Cir Cardiovasc vol.25 no.4 São José do Rio Preto Oct./Dec. 2010
http://www.scielo.br/pdf/rbccv/v25n4/v25n4a02.pdf



Trecho do artigo:

O perfusionista, em particular, tem grande responsabilidade durante o procedimento cirúrgico, pois virtualmente terá em suas mãos e sob seus olhos a vida do paciente que está sendo operado.

Neste período em que a circulação sanguínea e a respiração estão sendo mantidas artificialmente, a fisiologia orgânica deve ser monitorada e ajustada para ficar dentro dos mais estritos parâmetros da normalidade.

O estudo das trocas gasosas é fundamental para a condução correta da Circulação Extracorpórea. Sem conhecê-la de forma adequada, será impossível manter o paciente em condições perfeitas de fornecimento de oxigênio e substratos, seguidos da retirada de gás carbônico e catabólitos da forma mais perfeita possível. O controle da temperatura durante toda a operação é outro ponto de grande importância e suas implicações, tanto no período de hipotermia, muitas vezes necessária para diminuir o metabolismo, como no período do aquecimento, deverão fazer parte dos conhecimentos sólidos do perfusionista e de toda a equipe responsável pela condução do ato cirúrgico.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Hipertensão

Estudo recente sugere que a ingestão de laticínios com baixo teor de gordura auxilia no controle da pressão arterial

O consumo de laticínios, como parte de um padrão alimentar saudável, pode ser benéfico no controle da pressão arterial e na prevenção da hipertensão, de acordo com estudo publicado em setembro de 2015 na revista British Journal of Nutrition. O estudo acompanhou 2.636 indivíduos (1991 – 2008) que não apresentavam hipertensão no início do acompanhamento. Os níveis mais elevados de ingestão de laticínios, em especial os produtos com baixo teor de gordura ou desnatados, se associaram com menor elevação da pressão arterial e menor risco de desenvolvimento de hipertensão. Para a ingestão de iogurte, cada porção adicional foi associada com uma redução de 6% no risco de desenvolvimento de hipertensão. Esta associação entre maior ingestão de laticínios (principalmente os desnatados) e menor risco de desenvolvimento de hipertensão já havia sido observada em alguns estudos prévios. Os laticínios incluem leite, queijo, iogurte e requeijão. Esses alimentos contêm alguns componentes que podem auxiliar na redução da pressão arterial como, por exemplo, o cálcio, o potássio e alguns peptídeos encontrados no soro do leite. A ingestão diária recomendada de laticínios é de 2 a 3 porções/dia. Esta quantidade é baseada no teor de cálcio desses alimentos, tendo em vista que representam a principal fonte alimentar desse mineral.
Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão

Para ler o artigo, clique neste link: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4635606/pdf/S0007114515003578a.pdf



terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Autismo

Aplicativo educacional ABC Autismo tem quase 40 mil downloads



Aplicativo educacional ABC Autismo

Com quase 40 mil downloads registrados, o aplicativo ABC Autismo  auxilia muitos crianças e adolescentes autistas com dificuldade no processo de aprendizagem. A ferramenta desenvolvida por pesquisadores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal).

O aplicativo adota as premissas do programa Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits relacionados com a Comunicação (Teacch), criado em 1964, na Universidade da Carolina do Norte (EUA), por ele ser um programa mundialmente utilizado para auxiliar no processo de alfabetização de crianças com o transtorno de desenvolvimento.

Coordenadora do projeto que desenvolveu o aplicativo, Mônica Ximenes explicou que a estrutura do ABC Autismo é baseada em quatro níveis de dificuldade, assim como o programa Teacch. “Os dois primeiros níveis são com habilidades concretas, mas como a gente não podia transpor essas atividades concretas para um aplicativo, a gente pegou atividades dos níveis 3 e 4 do Teacch e transformou em quatro níveis de complexidade no aplicativo.”

No jogo, nos dois primeiros níveis a criança aprende habilidades como transposição e discriminação. A partir do terceiro nível, as atividades ficam mais complexas, exigindo um maior raciocínio por parte do usuário. O quarto e último nível do aplicativo, que está de acordo com o quarto nível do Teacch, aborda a questão do letramento, no qual é ensinado a repartição de sílabas, conhecimento de vogais e formação de palavras.

Mônica relatou que o Teacch trabalha com um ensino estruturado, com aprendizagem mediante sinalização visual. “Quando a criança olha para a tarefa, a própria atividade já indica o que precisa ser feito. Então, isso traz uma autonomia e uma independência para a criança, porque ela não precisa de ajuda para entender a proposta da tarefa, o que ajuda a evitar distrações. A porta de entrada de aprendizagem do autista é visual, por isso ele precisa de estruturas de aprendizagem apoiadas no modelo visual.”

O aplicativo foi testado na Associação de Amigos Autistas de Alagoas e teve um bom resultado por causa da aceitação dos jovens. Mônica diz que a validação científica será feita com a tese de mestrado de um participante do projeto. “A ideia é verificar se a ferramenta proporciona uma aceleração do aprendizado de algumas habilidades.”

De acordo com a neuropediatra Carla Gikovate, o aprendizado de português de crianças autistas é bem diferenciado, porque há diferentes tipos de dificuldades para crianças autistas para aprender português.

“Tem crianças que não alfabetizam porque não conseguem prestar atenção nas letras, outras podem ter dificuldade em memorizar o que aprenderam, outras podem ter dificuldades de grafismo ao fazer a forma das letras. Cada tipo de dificuldade pressupõe uma intervenção diferente.”

Heitor, de 3 anos, diagnosticado com autismo em junho de 2014, é um dos usuários ativos do jogo. A mãe do menino, Tatiane Regina da Paz, diz que o ABC Autismo ajudou o filho, por exemplo, a ter coordenação para encaixar objetos. “Foi uma grande ajuda, tanto que serve para ele desestressar, além de ser educativo. O aplicativo ajuda muito para prender a atenção dele, ele ficar parado e concentrado por um período razoável.”

Com grau de comprometimento significativo de autismo, os gêmeos Gustavo e Cristiano, de 20 anos, que não foram alfabetizados, dominam as fases apresentadas no jogo. Segundo a mãe, Maria Helena de Azeredo Roscoe, devido à boa interface da ferramenta, os dois conseguem abrir o game espontaneamente e jogá-lo com bastante autonomia.

“Para eles, utilizar o aplicativo é prazeroso porque facilita a compreensão e eles acabam aprendendo coisas de uma forma que, para eles, é mais fácil. O aplicativo desperta o interesse, facilita o aprendizado, tudo com uma certa autonomia.”

Maria Helena, que também é diretora-técnica da Associação Brasileira de Autismo, disse que o aplicativo precisaria ter outros níveis de dificuldade. “Para uma aprendizagem mais sólida, eu acho que teria que ter mais conteúdo nesse mesmo formato do aplicativo. Eu acho que tem chance de melhorar mais a aprendizagem de português se forem introduzidos mais módulos no jogo, com graus de dificuldade maiores”, avaliou.

O autismo é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com transtornos do espectro autista partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento.


Fonte: Agência Brasil

Leia mais sobre AUTISMO neste BLOG:
https://bibliotecaicfuc.blogspot.com.br/search/label/Autismo

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

PROJETO DE PESQUISA (PP)

TÉCNICO EM ENFERMAGEM 

Projeto de pesquisa


Ao final do curso os alunos do Curso Técnico da Escola do Cardiologia, IC/FUC devem entregar um Projeto de Pesquisa (PP).
Após entrega e apresentação, os melhores trabalhos selecionados pelo(a) orientador(a), ficam disponíveis na Biblioteca para consulta de todos os alunos.
Abaixo, lista dos trabalhos selecionados do Curso Técnico em Enfermagem.


PE1
EMERIM, Noeli de Fátima Vinck; SILVA, Roselaine Silva da. Qualidade de vida dos pacientes após um ano de cirurgia de revascularização do miocárdio. Porto Alegre, 2010. 15 f. 

PE2
SILVA, Juliana Fraga da; KETTZ, Hariana Cristina Neves. Parto humanizado. Orientação [por] Cristiane Ribeiro Maciel. Porto Alegre: IC/FUC, 2009. 23 f. - Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul. Fundação Universitária de Cardiologia. 

PE3
YZUNO, Adriana. Perfil das mulheres que amam demais. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 15 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.


PE4
LOPES, Soraya; BISOTO, William. A realização da atividade física regular pelos profissionais da saúde. Orientação [por] Graciele Sbruzzi. Porto Alegre: IC-FUC, 2011. 21 f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.
  
PE6
OLIVEIRA, Cleonice Natel; DELGADO, Simone da Conceição Amaral. Sentimentos dos pais frente aos filhos portadores de necessidades especiais. Orientação [por] Graciele Sbruzzi. Porto Alegre: IC-FUC, 2011. 17 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.
  
PE7
MOREIRA, Lourdes França; BRASIL, Simone de Cássia dos Santos. A importância da Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) para o profissional da área da saúde. Orientação de Graciele Sbruzzi. Porto Alegre, 2011. 16 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia
  
PE8
TRINDADE, Daniela da Silva; ELLIAS, Karina Rejane da Silva. O cigarro e sua interferência na vaidade feminina. Orientação de Graciele Sbruzzi. Porto Alegre, 2011. 17 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.
  
PE9
VELOSO, Scheine Leão; VARGAS, Andréa Marques. Avaliação do conhecimento do idoso sobre o HIV e a AIDS. Orientação de Natalia Leguisamo. Porto Alegre, 2011. 31f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.
  
PE10
POCEBON, Marli Pires; SPERANÇA, Patrícia Ludvig. Avaliação do conhecimento de uma amostra populacional masculina sobre a política nacional de atenção integral à saúde do homem. Orientação de Natalia Leguisamo. Porto Alegre, 2011. 15f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PE11
PIRES, Lívia; FREITAS, Raquel. Avaliação do conhecimento de profissionais do nível técnicos de enfermagem sobre doação de órgãos e tecidos. Porto Alegre, 2011. 28f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PE12
OLIVEIRA, Daiane Plada de; ANCELMO, Rejane Coutinho de. Avaliação da qualidade de vida da mulher no climatério. Orientação de Natalia Leguisamo. Porto Alegre, 2011. 17 f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PE13
HUMBERT, Vagner; BUENO, Marinês. Avaliação da percepção do aluno técnico de enfermagem sobre o cuidado humanizado. Orientação de Natalia Leguisamo. Porto Alegre, 2011. 13f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PE14
RODRIGUES, Luciano dos Santos. Avaliação da prevalência do uso de suplementos alimentares por praticantes de musculação. Orientação de Natalia Leguisamo. Porto Alegre, 2011. 18f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PE15
ALMEIDA, Thais. Avaliação do conhecimento de mulheres férteis sobre a espinha bífida e o uso de ácido fólico. Orientação de Natalia Leguisamo. Porto Alegre, 2011. 24f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia

PE16
LEÃO, Carla Fernanda Garcia; SILVA, Lidiane Pires da. Distorção da auto-imagem em pacientes submetidos à cirurgia de redução de estômago. Carlos Vieira (Orient.). Porto Alegre, 2007. 21 f. - Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul. Fundação Universitária de Cardiologia.

PE17
COSTA, Márcia Barbosa. Prevalência de sobrepeso e obesidade nos Técnicos de Enfermagem. Orientação de Liliana Boll. Porto Alegre, 2014. 27f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.   

PE18
BASTOS, Gerson Cruz; MARCOLINO, Ronaldo Domingos. Conhecimento sobre a prevenção de úlcera de pressão pelos técnicos em Enfermagem. Porto Alegre: IC-FUC, 2014. 34f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

domingo, 24 de janeiro de 2016

PROJETOS DE PESQUISA (PP)



 TÉCNICO EM RADIOLOGIA

Ao final do curso os alunos do Curso Técnico da Escola do Cardiologia, IC/FUC devem entregar um Projeto de Pesquisa (PP).
Após entrega e apresentação, os melhores trabalhos selecionados pelo(a) orientador(a), ficam disponíveis na Biblioteca para consulta de todos os alunos.
Abaixo, lista dos trabalhos selecionados do Curso Técnico em Radiologia. 


PR1
ÁVILA JÚNIOR, Francisco Antonio P. de. A importância da humanização na área da saúde com ênfase no diagnóstico por imagem. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 16 p.

PR2
SILVA, Daniela Ribeiro da. Manual didático de conhecimentos básicos sobre ressonância magnética nuclear. Orientação [por] Rogério Fachel de Medeiros; Co-orientação [por] Fernando Brock. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 38 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR3
TEIXEIRA, Tânia Mara Osório. Mamografia: perfil e faixa etária das mulheres que realizam a primeira mamografia. Orientação [por] Gabriel Beust Amador e Guilherme Oberto Rodrigues. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 37 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR4
SILVEIRA, Lissana Severo. A importância da orientação adequada quanto à inspiração nos raios-x de tórax. Orientação [por] Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 38 f ; il. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR5
HARTMANN, Jaqueline Amaral. Investigar os valores representativos de dose na entrada da pele - DEP nos procedimentos cateterismo cardíaco - CAT e angioplastia coronariana translumial percutânea - ACTP. Orientação [por] Gabriel Beust Amador, Co-orientação [por] Guilherme Rodrigues. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 20 f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR6
VIDAL, Milena. Análise do procedimento diário do controle de qualidade em equipamentos de densitometria óssea. Orientação [por] Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 23 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR7
NASCIMENTO, Fernanda Maria do. Avaliação do joelho por raio-x convencional: investigação das incidências realizadas. Porto Alegre: Instituto de Cardiologia, 2009. 31 p. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR8
SANTOS, Letícia Luziano dos. Investigação do nível de conhecimento de funcionários do bloco cirúrgico, ocupacionalmente expostos aos raios-x. Orientação [por] Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 42 f; il. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR9
GONÇALVES, Felipe Henque. Rejeitos radiográficos em pacientes adultos. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 14 p. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR10
RIBEIRO, Ligia Bitencourt. Investigação e classificação dos rejeitos nos raios-x de tórax. Orientação [por] Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. [19 f].


PR11
SILVA, Varlei Silveira da. Incidências de derrame pleural e atelectasia nas radiografias pós-operatórias de cirurgia de revascularização miocárdica no Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul. Orientação [por] Guilherme Oberto Rodrigues e Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 22 f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR12
GALARÇA, Lidia Dutra Martinez. Elaboração e aplicação de cartilha explicativa voltada a dúvidas de pacientes e acompanhantes em raios-x. Orientação [por] Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 50f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR13
DUTRA,Fabiano Moreira. O espessômetro é uma ferramenta para determinar os parâmetros técnicos em raio-x de tórax?. Porto Alegre: IC-FUC, 2010. 44 p.

PR14
FISCHER, Leandro dos Santos. Padronização e caracterização da função do técnico de Radiologia no serviço de hemodinâmica. Porto Alegre: IC-FUC, 2005. 34 p.

PR15
COSTA, Roberta Gomes. Confeccionar um treinamento geral de radioproteção para todos os funcionários das instituições. Orientação [por] Rogério Fachel Medeiros. Porto Alegre: Fundação Universitária de Cardiologia, 2006. 46 f.

PR16
RIBEIRO JÚNIOR, João Carlos Ferreira. Padronização e aplicação de um filtro de compensação para estudo radiológico dos pés. Orientação [por] Rogério Fachel de Medeiros, Co-orientação [por] Cláudio Zanir Gonçalves. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 58 f.

PR17
SILVA, Amanda Pimienta da. A eficácia e importância das incidências tangenciais com o uso de marcadores metálicos na detecção de lesões palpáveis na mama. Orientação [por] Luisa Sasso; Co-orientação Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 50 f.

PR18
COLVARA, Letícia da Costa. A influência do histórico alérgico na sinusopatia. Orientação [por] Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2010. 26 f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR19
LORENZINI, Cleci Teresinha. Realizar um levantamento estatístico em pacientes submetidos a procedimentos mamográficos. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 37 p.

PR20
SANTOS, Clóvis Renato dos. Projeto Escola Emprego: gerando empregos e estágios na área de diagnóstico por imagem e enfermagem. Orientação [por] Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 56 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR21
CHAVES, Carla de Freitas. Indicações para o uso da densitometria óssea na detecção da osteoporose em mulheres a partir dos 40 anos. Orientação [por] Luísa Quadros e Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 36 f.

PR22
FREITAS, Simone de Oliveira. Elaboração e aplicação de uma tabela de exposição para tórax. Orientação [por] Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 33 f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia.

PR23
GUIMARÃES, Daniela Silveira. Analisar as principais causas de repetições em mamografia analógica e digital. Orientação [por] Rogério Fachel de Medeiros e Luisa Sasso. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 40 f.

PR24
PICCOLI, Vinicio Baldez. Padronização da rotina radiográfica de tórax em leito em centro de tratamento intensivo. Cláudio Zanir Rilo Gonsalves (orientador), Rogério Fachel Medeiros (co-orientador), PICCOLI, Gisele Baldez (co-orientadora). Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 29 f.

PR25
SILVA, Alexandra Silva da. Mamografia. Orientadora: Luiza Quadros. Porto Alegre: IC-FUC, [200?]. 21 f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR26
MONEIRO, Susete Borba. Densitometria óssea. Orientadora: Luiza Quadros. Porto Alegre: IC-FUC, 2005. 44 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR27
SOUZA, Denise Carmignan de. Uretrocistografia masculina adulta. Orientador: Rodrigo de Souza Cadigune. Porto Alegre: IC-FUC, 2005. 26 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR28
GISLER, Ana Raquel Olovate. Imagem radiológica da mama. Orientador: Neusa Lauxen, Oscar Octavio Binvignat Gonzalez. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 71 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR29
ANDRADE, Thiago Porciuncula de. Levantamento comparativo de dose efetiva de profissionais que trabalham num serviço de radiodiagnóstico tradicional e bloco cirúrgico. Orientador: Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 23 f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR30
AMMES, Aline Saldanha. Pesquisar e quantificar o número de procedimentos que não apresentam alterações em tomografia computadorizada do crânio a nível ambulatorial e emergencial. Porto Alegre: IC-FUC, [200-?]. 55f. - Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR31
PADILHA, Karina Fagundes. Investigação dos procedimentos em bloco cirúrgico que utilizam raios-x e verificar seu tempo de exposição. Orientação: Guilherme Oberto Rodrigues. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 22f. – Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.


PR32
ANDRE, Vera Marilia da Cunha. Avaliar o nível de conhecimento (informação) dos pacientes em raios-x convencional (Radiologia) e elaborar uma cartilha de esclarecimentos a estes pacientes. Orientação: Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 26f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR33
MAY, Lucena. Estudar a melhor forma de atendimento ao paciente durante o período em que este se encontra sob cuidado do profissional da área radiológica. Orientação: Rogério Fachel Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 41f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR34
IEGER, Ana Paula dos Santos. O uso de EPI'S e EPC'S nos raios x de tórax. Orientação: Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 24f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR35
FARIAS, Simone dos Santos. Investigação de casos de reações alérgicas em pacientes submetidos a procedimentos de tomografia computadorizada. Orientação: Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 76f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR36
KINGESKI, Fernanda Kuhn. Padronização da rotina radiográfica de leitos. Orientação: Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 31f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR37
BORGES, Ana Paula Neri. Raios-x de tórax no leito: estudo comparativo dos exames executados com ou sem grade difusora. Orientação: Rogério Fachel de Medeiros, Marcelo Keller Franciosi, Guilherme Oberto Rodrigues. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 30f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR38
RODRIGUES, Aline Romanelli. Pesquisar e classificar os motivos de rejeitos em mamografia. Orientação: Adriano Lima e Silva. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 44f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR39
SANTOS, Daniela Müller dos. Investigar e classificar os motivos de rejeitos em rotinas de tórax pediátrico no PACS. Orientação: Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 46f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR40
BROETTO, Gabriel Garcia. Investigação dos valores representativos das repetições de processamento digital de joleho. Orientação: Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 35f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR41
VIEIRA, Célio Guimarães. Investigação do tempo médio necessário para realização de rotinas radiográficas em Radiologia convencional. Orientação: Guilherme Oberto Rodrigues. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 50f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR42
BRANDÃO, Paola. Descrição da técnica utilizada para identificação do linfonodo sentinela no CA de Mama, com produção de POP e fluxograma. Orientação: Carolina Fauth Storck Mazzola, Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 52f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR43
LIMA, Karina Machado de. Comparação entre os parâmetros técnicos de exposição em procedimentos de tórax realizados em equipamentos analógicos e digitais. Orientação: Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2008. 28f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR44
GONÇALVES, Ricardo. Investigação das principais diferenciação entre a técnica radiográfica de tórax realizada em uma emergência da técnica radiográfica de tórax realizada no serviço de radiologia. Orientação: Rogério Fachel de Medeiros, Rita Maria M. Moinhos. Porto Alegre: IC-FUC, 2009. 27f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR45
HANKE, Alessandra Giralt. Critérios técnicos básicos para formação de um serviço de mamografia digital. Orientação: Rogério Fachel de Medeiros, Luisa Sasso Quadros. Porto Alegre: IC-FUC, 2006. 26f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.

PR46
GANDON, Patrícia. Análise de imagens adquiridas por ressonância magnética nuclear com imagens adquiridas por artrografia para diagnóstico do joelho. Orientação: Lucas der Souza, Fernando Brock, Rogério Fachel de Medeiros. Porto Alegre: IC-FUC, 2005. 67f. -Instituto de Cardiologia. Fundação Universitária de Cardiologia. Escola Profissional.



sábado, 23 de janeiro de 2016

Hipertensão - Vídeo



Para ampliar, clique na imagem

Hipertensão - Ser Saudável


Assista a este interessante vídeo sobre HIPERTENSÃO.

Especialistas esclarecem dúvidas sobre o assunto.




O sal está presente na maioria dos alimentos ingeridos e o seu consumo exagerado é a principal causa de uma doença silenciosa e perigosa, a Hipertensão, tema deste episódio do Ser Saudável. Além disso, fatores genéticos, a obesidade e o sedentarismo também estão associados ao aumento da pressão arterial.
Assim como muitos brasileiros, o representante comercial gaúcho Alexandre Scheffel, 60 anos, não sabia que tinha pressão alta. Após o diagnóstico, ele mudou alguns hábitos de vida para melhorar a saúde e controlar a hipertensão.
Os médicos e apresentadores do programa Dra. Lívia Hartmann de Souza e Dr. Enrique Barros irão explicar por que é preciso fazer o controle periódico da pressão, assim como praticar exercícios físicos e ter uma alimentação equilibrada, evitando a alta ingestão de sal. O programa mostra, ainda, os efeitos da hipertensão no coração e outros órgãos do corpo humano.
O conteúdo do programa foi produzido sob orientação do professor do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da Unisinos, Dr. Emílio Moriguchi.
Assista aqui:





quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Hipertensão


Informações sobre Hipertensão

O que é 

Hipertensão



Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.


Quais são as consequências da pressão alta?                     
A pressão alta ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Os vasos são recobertos internamente por uma camada muito fina e delicada, que é machucada quando o sangue está circulando com pressão elevada. Com isso, os vasos se tornam endurecidos e estreitados podendo, com o passar dos anos, entupir ou romper. Quando o entupimento de um vaso acontece no coração, causa a angina que pode ocasionar um infarto. No cérebro, o entupimento ou rompimento de um vaso, leva ao "derrame cerebral" ou AVC. Nos rins podem ocorrer alterações na filtração até a paralisação dos órgãos. Todas essas situações são muito graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado, bem conduzido por médicos.

Quem tem pressão alta?
Pressão alta é uma doença "democrática". Ataca homens e mulheres, brancos e negros, ricos e pobres, idosos e crianças, gordos e magros, pessoas calmas e nervosas.
A Hipertensão é muito comum, acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Assim, estima-se que atinja em torno de, no mínimo, 25 % da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil. É responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. As graves consequências da pressão alta podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam sua condição e mantenham-se em tratamento com adequado controle da pressão.

10 Mandamentos contra a pressão alta
Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.
Pratique atividades físicas todos os dias.
Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.
Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba.
Abandone o cigarro.
Nunca pare o tratamento, é para a vida toda.
Siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde.
Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
Ame e seja amado.


Fonte: Sociedade Brasileira de Hipertensão

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Hipertensão - Maria Cláudia Costa Irigoyen


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Entrevista com Maria Cláudia Costa Irigoyen



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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Prof. Dr. Rubem Rodrigues

PROFESSOR RUBEM RODRIGUES

Criador da Fundação Universitária de Cardiologia
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Criador da Fundação Universitária
de Cardiologia
O Centro Cultural Rubem Rodrigues, do Instituto de Cardiologia também conhecido como Escola, recebeu este nome em homenagem ao Prof. Dr. Rubem Rodrigues. Segundo relatos, ele dedicou seus últimos anos de vida à estruturação deste local.



RUBEM RODRIGUES

1924 - Nasceu na cidade de Santana do Livramento, no dia 25 de abril de 1924.
1945 - Ingressou na Faculdade de Medicina da UFRGS.
1946 – Durante o curso de Medicina, fundou como outros colegas o jornal acadêmico “O Bisturi” 
1949 – Recebeu o Prêmio Sarmento Leite, conferido ao melhor trabalho científico publicado.
1950 – Formou-se, apresentando o trabalho “Anatomia dos nervos parafrênicos”
1956 – Recebeu bolsa da Fundação Rockfeller para fazer estágio no Instituto Nacional de Cardiologia do México
1959 – Assumiu a Chefia de Métodos Gráficos do Serviço Central de Cardiologia da Santa Casa de Porto Alegre.
1966 – Fundou a Fundação Universitária de Cardiologia
1967 – Assumiu a direção do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul e no ano seguinte iniciou a construção do complexo arquitetônico do Instituto de Cardiologia
1970 - Inaugurou uma nova Unidade de Tratamento Intensivo Coronariano, a primeira totalmente computadorizada do Brasil
1994 – Lança seu livro de poesias “Cotidiano da Emoção. Um Poeticardiograma”, em comemoração ao seu 70° aniversário. É aposentado compulsoriamente como Professor Universitário
1996 – É eleito membro da Academia Rio-grandense de Medicina
1998 – Participou da inauguração da nova Emergência e da nova ampliação do prédio do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul. Foi homenageado pela Santa Casa de Livramento, inaugurando uma Sala de Cardiologia com seu nome.

Fonte:
1.Cem anos de formação médica no Rio Grande do Sul: estendendo a formação Médica, de Aloyzio Achutti
2. Memorial em bronze e granito aos médicos em nossa cidade, de Genaro Laitano e Nicolau Laitano
BLOG DA BIBLIOTECA

Prof. Dr. Rubem Rodrigues

Conheça mais sobre a sua história lendo os livros e sites indicados:





Memorial em bronze e granito aos médicos em nossa cidade
Genaro Laitano, Nicolau Laitano.




Professor Rubem Rodrigues: memorial     
http://www.cardiologia.org.br/institucional/memorial.aspx











Cem anos de formação médica no Rio Grande do Sul: estendendo a formação Médica
Aloyzio Achutti
A Biblioteca possui este livro





Do outro lado do Riacho: a história da Cardiologia do Rio Grande do Sul
Rubem Rodrigues
A Biblioteca possui este livro









Rubem Rodrigues mudou a cardiologia gaúcha 

Jornal SBC
http://jornal.cardiol.br/2009/set-out/outras/mestres.pdf 










Cotidiano da Emoção. Um Poeticardiograma
Rubem Rodrigues
A Biblioteca possui este livro